Entre Estrelas

Posted: quarta-feira, 23 de junho de 2010 by Keka Pereira in Marcadores: , ,
0
























Entrevista realizada pela Floor Jansen (Ex After Forever, e atual ReVamp)

Logo no momento quando a decisão de que Tarja deixaria o Nightwish foi tomada, foi interessante observar como ambos os "campos" conseguiram utilizar bem seus nomes. Tarja abriu suas asas e começou a reunir a experiência de profissionais do mundo todo. Ela habilmente deixou pra trás o gênero do metal, porém foi capaz de satisfazer seu leal público. Um álbum foi suficiente para ela atingir a reputação de um executante. Ela ganhou respeito e apreciação na entrada dos artistas tops. Portanto para seu próximo álbum What Lies Beneath ela poderia pagar mais do que a produção de dois anos, tempo que definitivamente não teria sido rejeitado, nem pelo seu antigo lugar de trabalho. A realidade é que os fãs de metal devem dividir Tarja com os ouvintes das músicas pop e clássica. Tarja obedeceu ao seu dom ainda mais e revelou outros recantos escondidos de seus anseios musicais. Ela está realmente preparando uma verdadeira obra-prima. Floor Jansen da banda holandesa After Forever se encontrou na mesma situação em que Tarja esteve há 4 anos atrás. A banda encerrou sua carreira há 1 ano, então Floor teve que continuar. Contudo, ela não escolheu seguir sozinha, mas preferiu formar a banda ReVamp. Diferente de Tarja, nós podemos esperar um vigoroso pedaço de metal. Ambas, Tarja e Floor são nomes quentes em todos os campos do rock e do metal, e uma única ideia nasceu nesse editorial - deixar Floor transmitir a entrevista com Tarja. Ela afiadamente aceitou, então as próximas linhas são um exclusivo bate-papo entre duas ladies do metal.

UMA MULHER COM MUITAS FACES
Floor: Como você se sente com seu novo álbum hoje em dia?
Tarja: Será definitivamente um álbum mais pesado e irá me mostrar de lados diferentes do que o que os fãs estão acostumados, amplas tiradas de orquestras também não serão esquecidas. A variedade de canções é um resultado da minha decisão de produzir as gravações e deixar a fantasia fluir. Olhando pra trás hoje, tem sido realmente animador para mim porque depois de 2 longos anos estou finalmente chegando ao final e é inacreditável quanto tempo me dediquei a esse álbum. Provavelmente a mais difícil tarefa foi decidir quais músicas seriam usadas no álbum, porque eu havia escrito diversos materiais. Eu lentamente comecei a ficar cheia de expectativas e estou ansiosa para apresentar a gravação às pessoas. Estou curiosa pra ver a reação delas.

Floor: Então você trabalhou no album por dois anos. Você conseguiu encontrar uma nova paixão criativa que eventualmente tenha se tornado sua inspiração básica?
Tarja: o processo de composição ainda é algo novo e fresco para mim. Aprendo coisas novas a todo momento, geralmente das pessoas com quem trablho. Gradualmente comecei a acreditar mais e mais em mim e parar de duvidar. Treinei novamente minhas habilidades no piano e me sinto suficientemente livre por causa disso – posso finalmente expressar minha imaginação e imediatamente trabalhar com o temperamento e a atmosfera da música. Acho que as circunstâncias sob as quais o álbum foi criado também vão afetar o resultado final. Escrevi a maioria das músicas na turnê, então elas devem ter sido influenciadas pelo local em que nasceram. Somente alguns percebem que a ambientação e as condições em que compõem contribuem com a sonoridade do álbum também. A cois mais importante pra mim é provavelmente a luz. Sou da Finlândia, os dias não são muito longos por lá e não é sempre que podemos aproveitar a luz do sol. Ara mim, a luz é algo como a energia que me “recarrrega” todo o tempo e me mandtém de bom humor.

Floor: Compreendo seu ponto de vista na necessidade de uma autoconfiança maior. Eu costumava ser “apenas” a cantora também e nunca participei realmente da composição. Com minha nova banda, ReVamp, eu fiquei na mesma situação que você. Tive que trabalhar de outras formas além de apenas com a minha voz. Eu não estava muito certa se meu método estava correto e se eu fui capaz de me completar.
Tarja: Assim que você enfatiza isso, você rapidamente consegue descobrir que é incrível. Você pode mudar tudo, criar mais versões, tentar qualquer coisa que aparecer na sua cabeça... E de repente você chega ao ponto em que o vulcão de idéias não tem fundo e você já não sabe qual delas realizar primeiro. Mas não deveríamos nos esquecer que escrevemos as músicas acima de tudo. É a única forma de você se sentir satisfeita e orgulhosa. Tenho a vantagem de ter gravado com a mesma banda que participou da minha última turnê, então a atmosfera era bem relaxada. As gravações foram divertidas para nós porque já nos conhecíamos muito bem e foi mais como uma reunião de amigos. Sua confiança em mim me ajudou muito também. Senti que eles apoiaram minhas decisões, então tenho em quem me apoiar.

Floor: Então você trabalhou no album por dois anos. Você conseguiu encontrar uma nova paixão criativa que eventualmente tenha se tornado sua inspiração básica?
Tarja: O processo de composição ainda é algo novo e fresco para mim. Aprendo coisas novas a todo momento, geralmente das pessoas com quem trabalho. Gradualmente comecei a acreditar mais e mais em mim e parar de duvidar. Treinei novamente minhas habilidades no piano e me sinto suficientemente livre por causa disso – posso finalmente expressar minha imaginação e imediatamente trabalhar com o temperamento e a atmosfera da música. Acho que as circunstâncias sob as quais o álbum foi criado também vão afetar o resultado final. Escrevi a maioria das músicas na turnê, então elas devem ter sido influenciadas pelo local em que nasceram. Somente alguns percebem que a ambientação e as condições em que compõem contribuem com a sonoridade do álbum também. A cois mais importante pra mim é provavelmente a luz. Sou da Finlândia, os dias não são muito longos por lá e não é sempre que podemos aproveitar a luz do sol. Para mim, a luz é algo como a energia que me “recarrrega” todo o tempo e me mantém de bom humor.

Floor: Compreendo seu ponto de vista na necessidade de uma autoconfiança maior. Eu costumava ser “apenas” a cantora também e nunca participei realmente da composição. Com minha nova banda, ReVamp, eu fiquei na mesma situação que você. Tive que trabalhar de outras formas além de apenas com a minha voz. Eu não estava muito certa se meu método estava correto e se eu fui capaz de me completar.
Tarja: Assim que você enfatiza isso, você rapidamente consegue descobrir que é incrível. Você pode mudar tudo, criar mais versões, tentar qualquer coisa que aparecer na sua cabeça... E de repente você chega ao ponto em que o vulcão de idéias não tem fundo e você já não sabe qual delas realizar primeiro. Mas não deveríamos nos esquecer que escrevemos as músicas acima de tudo. É a única forma de você se sentir satisfeita e orgulhosa. Tenho a vantagem de ter gravado com a mesma banda que participou da minha última turnê, então a atmosfera era bem relaxada. As gravações foram divertidas para nós porque já nos conhecíamos muito bem e foi mais como uma reunião de amigos. Sua confiança em mim me ajudou muito também. Senti que eles apoiaram minhas decisões, então tenho em quem me apoiar.

Floor: Isso significa que o novo álbum está mais perto de você do que o My Winter Storm?
Tarja: Sim, definitivamente. Estou me levantando para mim mesma. Todas as canções foram escritas por mim dessa vez, tudo que os fãs irão ouvir surgiram da minha cabeça. O álbum me representa como compositora, não somente como cantora. O nome do registro corresponde aos fatos, porque os fãs vão saber o que estava por baixo de mim.

Floor: Você realmente lidou sozinha com o processo de composição?
Tarja: Eu estava em contato com alguns músicos que me ajudaram com meu primeiro cd. Eu colaborei principalmente com o compositor americano Johnny Andrews, que me ajudou a reunir o material que se tornou mais forte. Johnny é extremamente talentoso e acho que vamos trabalhar juntos no futuro novamente.

Floor: Sua produtividade foi aclamada pelo fato de você conseguir juntar mais de 20 músicas dessa vez. Onde você conseguiu essa energia?
Tarja: Tudo começou há 2 anos atrás, quando o título do álbum nasceu. Foi uma grande inspiração pra mim, que eu imediatamente quis começar a trabalhar. Não há nada a fazer com o lendário filme americano, mas com a história de fantasia de Naiad. Eu fui tão influenciada por ela que eu comecei a pensar em muitos níveis. Eu estava ponderando o que estava escondido sobre a superfície das pessoas e refletindo em diferentes perspectivas. Eu combinei os mundos de mistério e realidade, porque ninguém sabe a real essência das coisas.

Floor: Que interessante! Você poderia especificar o autor da história?
Tarja: É uma criação do escritor brasileiro Paulo Coelho. Sou sua fã leal e tenho talvez todos os livros que ele já lançou. Seus livros são intemporais e eu adoro voltar pra eles. O caminho como você percebe muda cada vez que você os lê. Graças a ele eu entendi melhor a mim mesma e fui capaz de priorizar meus valores. Quando olhei pro meu passado, eu notei que eu havia cavado para os lados negativos da vida e esquecido os positivos. Eu era capaz de me livrar de todas as coisas ruins e agora posso dizer que elas não fazem mais parte de mim. Além disso, eu dei aos ouvintes o espaço para escolherem os próprios significados das letras. Estou convicta de que irá aprofundar a relação deles com o álbum.

Floor: Eu devo concordar com você novamente, porque não sou capaz de compor sem um impulso distinto. Quando começo a trabalhar, tenho colocar parte de minha própria identidade dentro delas. Gradualmente mais e mais motivos são envolvidos ao redor do básico e a coisa toda se torna um processo interminável. Mas, vamos voltar para seu novo álbum. Você gravou os arranjos com a orquestra da Eslováquia. Eu acho que você teve muitas opções para escolher, então por que os Eslovacos?
Tarja: Isso está relacionado a James Dooley, que escreveu os arranjos de orquestra. Durante as gravações do My Winter Storm nos tornamos bons amigos e eu sou grata e tenho um com relacionamento com ele. Ele é um compositor muito apreciado em Hollywood. Lá ele trabalhou para um filme de grande produção e graças a isso ele conseguiu quase todas as grandes orquestras do mundo. Ele colaborou com a Filarmônica de Praga assim como a Orquestra Nacional da Eslováquia. Foi sugestão dele usar os serviços dos sinfonistas eslovacos. Eu sabia que eles tinham uma boa reputação, então não podia rejeitar. Eu acho que foi uma ótima escolha porque eu pude senti entusiasmos de ambos os lados e isso sempre afeta a gravação de alguma forma.

Floor: Além da Orquestra da Eslováquia, você teve a colaboração dos instrumentistas de Lahti. Eu me pergunto, o novo álbum não será mais clássico do que metal?
Tarja: Eu não posso explicitamente classificá-lo. É simplesmente algo entre a música clássica e o rock (risos). Está relacionado com minha personalidade. Eu não sou musicista de apenas um gênero, música é um meio de expressão pra mim e preciso de mais gêneros e opções para isso. Eu não posso simplesmente focar só no rock. É também um desafio para meus fãs, como eles podem aprovar esse montante de alternativas.

Floor: Acho que é melhor quando uma pessoa pode ser “multiforma” como compositora também. As pessoas acham mais fácil quando podem rotular sua música, mas eles também deveriam entender que há músicos cujos estilos não podem ser definidos explicitamente. Depois de tudo, deveria ser mais fácil escrever somente metal para mim também, mas mesmo assim eu ainda teria a necessidade de me expressar de outras formas também.
Tarja: Também se deve contar com o fato de ser uma questão de momento. Hoje em dia, sinto que preciso me completar em muitos estilos musicais diferentes. Mas não está escrito em lugar nenhum que isso continuará para sempre. O momento em que eu apenas escreverei rock ou música clássica ainda deve chegar.

Floor: Você mencionou que encontrou na banda com quem saiu em turnê sua banda “regular” em algumas entrevistas. Mas a bateria não foi gravada somente pelo Mike Terrana (MASTERPLAN), mas também pelo Will Calhoun (LIVING COLOUR).
Tarja: Minhas decisões foram baseadas nos sentimentos de cada música, e o Will simplesmente se encaixou melhor que o Mike em algumas delas. Eu e o Living Colour já nos conhecemos muito bem de turnês e eu gostei do estilo de tocar do Will. Ele soa simplesmente diferente do Mike. Foi ótimo observar o Mike enquanto ele assistia o Will gravar. Ele estava sentado dentro do estúdio e se deliciava com o que o Will tocava. Ele corria em volta do estúdio e provavelmente se sentia maravilhado a cada batida das baquetas. Eu queria que todos pudessem ver aquilo. Ele agia como uma criança pequena. Mike é um fã do trabalho do Will, então mal podia esperar para vê-lo em estúdio. Os dois discutiram sobre bateria e estilos diferentes de tocar por muito tempo. As partes que o Mike gravou foram, naturalmente, as mais rock/metal.

Floor: A mixagem final das músicas não aconteceu em um lugar só, ouvi dizer que você mixou algumas músicas em Los Angeles e agora está trabalhando em Austin. Por quê fazer isso em tantos lugares diferentes?
Tarja: Vou resumir mais precisamente. As primeiras mixagens foram feitas por Colin Richardson, em Londres. Então eu voei para Los Angeles e mixei algumas coisas com Slamm Andrews. A mixagem final é uma tarefa de Tim Palmer, do Texas. Vou me repetir, mas a decisão foi baseada nas necessidades de cada música. Foi minha própria intenção deixar váris produtores mixarem várias músicas. É a única forma de atingir um resultado perfeito. Acho que deveria ser difícil encontrar uma pessoa só com experiência em tantos estilos musicais diferentes. Por isso foi melhor falar com mais pessoas que saberiam o que fazer em sua própria esfera e fazer o trabalho propriamente. Apesar disso, houve uma condição importante – todo o álbum deve soar como se fosse mixado por uma pessoa só. Seria perturbaor se cada música tivesse um nível de bateria, guitarras ou vocais. A escolha dos engenheiros de som foi muito delicada e descomprometida em geral.

Floor: Quem foi a maior influência para você dentro da sua família, quem desenvolveu em você essa relação com a música?
Tarja: Definitivamente foi minha mãe. Ela repetia para mim que eu tinha que aprender, que eu tinha que praticar durante todo o dia. Toquei piano pela primeira vez quando eu tinha três ou quatro anos. Naquela época eles descobriram que eu provavelmente tinha o dom e me arranjaram aulas particulares de música. Eu devia ter seis anos quando comecei a freqüentar aulas de música e devo apreciar a paciência de meus pais. Eles me levavam cinco vezes por semana, de carro, a uma escola que ficava a 30 km de distância de casa. Lá eu aprendi tanto a cantar quanto a tocar piano, também costumava tocar flauta às vezes. Fui rodeada pelos meus pais para me tornar uma profissional da música. Eles sempre me apoiaram.

Floor: Quais escolas você frequentou?
Tarja: Comecei a participar das primeiras aulas de verdade quando eu tinha uns nove anos, tocando flauta. Meu desejo era tocar violoncelo, apesar disso. Infelizmente não havia ninguém que soubesse tocar cello por lá, então mudei para a flauta. Mais tarde me juntei ao coral local e mergulhei de cabeça na história da música. Tive que sair de casa quando eu tinha quinze anos porque não havia nenhum conservatório na vizinhança. Eu tinha apenas quinze anos, não muito dinheiro e normalmente comia apenas maçãs. Eu era o típico exemplo de uma estudante pobre. Mas eu não pensava dessa forma. Aproveitei minha liberdade e cada dia foi excitante para mim.

Floor: É interessante o quanto temos em comum, porque aos sete anos comeceu a tocar flauta, exatamente como você. Quando você começou a ter aulas de canto mesmo? Tarja: Mais tarde, na Universidade. Era muito difícil e eu precisava me comportar com muita responsabilidade. Mas outras coisas interessantes vieram. Sobre tudo, recebi a oferta do Nightwish. Eu morava na Alemanha e estudei em Karlsruhe durante os quatro anos seguintes. Apesar de ter conhecido um professor maravilhoso por lá, foi difícil. Tive que aprender tudo desde o começo, eu era apenas uma iniciante novamente. Floor: Que músicas você costumava ouvir quando era criança e quando começou a se interessar pelo rock e o metal?
Tarja: Pop em geral e música clássica na minha infância. Separadamente, fui influenciada principalmente pela música que estudei. Eu não tinha muito espaço para seguir outros gêneros. Quando aprendi sobre ópera, eu fiquei maravilhada. Quando tivemos corais de igreja no currículo escolar, eu me viciei nesses corais. Foi difícil de largar. Entrei em contato com o rock principalmente na adolescência, acho que eu tinha uns catorze anos. Como eu já disse, tinha a ver com ganhar liberdade. Conheci um monte de pessoas ótimas e variadas que não tinham que se importar com nada sem importância e que aproveitaram a vida. Eu geralmente preferia bandas como Alice Cooper, Whitesnake, Bom Jovi e Guns’N’Roses.

Floor: Como você se comportava quando criança? Você era calma e tímida ou uma garota selvagem?
Tarja: Acho que eu era algo no meio termo. Eu não era uma desistente, mas também não era muito diferente. Fui uma boa aluna. A escola foi importante para mim e devotei todo o meu tempo livre a isso. Ficava ansiosa quando eu tinha problemas com algo. Eu imediatamente tentava contorná-los. Depois de tudo, eu faço isso ainda hoje. É claro que fiz algumas loucuras quando eu era criança, mas não tive grandes “feitos”.

Floor: Você teve algum ídolo?
Tarja: Na minha infância foi definitivamente a Whitney Houston. Eu tinha dez anos de idade quando a ouvi cantar e isso me deixou quase louca. Eu queria ter todos os álbuns dela e cantei suas músicas “até o reino chegar”. Eu ficava triste por não conseguir atingir todas aquelas notas altas e tentava de novo e de novo. Ela ainda é a senhora da música pop para mim. Não importa como a mídia a tenha apresentado mais tarde.

Floor: Por que você decidiu se juntar ao Nightwish com 19 anos? Você tinha uma carreira de cantora de ópera pela frente, mas acabou em algo completamente desconhecido.
Tarja: Era uma nova possibilidade. De repente surgiu algo novo, excitante, algo que eu nunca tinha feito antes. Quando me mandaram a primeira demo, era um estilo musical bastante diferente daquele que nós começamos a tocar depois. Originalmente era um projeto acústico baseado em violão e teclado. Então fomos para o estúdio pela primeira vez e o pessoal ficou simplesmente chocado. Eles me conheciam como uma garota que podia cantar bem, mas não como uma cantora de ópera. Assim que eu comecei os primeiros versos, eles ficaram embasbacados. Não entenderam nada por um tempo, mas assim que superaram esse episódio, começaram a pensar em como usar meu potencial. Então veio a idéia de misturar a minha voz com heavy metal e funcionou muito bem. Houve uma reação similar de músicos mais experientes também. Nós trouxemos novos caminhos e oportunidades para o metal. Foi ótimo saber de toda a apreciação que houve. Eu me apaixonei pela música do Nightwish desde o começo e os respeitei. Isso continua sendo verdade hoje, eu nunca deixei de amar a música deles. Durante o tempo que passei com a banda, eu nunca pensei muito no que poderia ter sido de mim se eu tivesse trilhado meu próprio caminho. Eu estava convencida de ter feito a coisa certa e mesmo depois de tudo o que aconteceu eu considero aquele um dos melhores momentos da minha vida.

Floor: Eu fui perguntada frequentemente sobre o que faria se não vivesse de música, não tivesse minha banda. Eu nunca pude responder porque eu não poderia imaginar isso. Todas as decisões que tomei foram influenciadas pela música. Dificilmente eu poderia pensar na vida de outra forma.
Tarja: Toda a vida é feita de escolhas. São as nossas decisões, escolhemos o nosso próprio caminho. Em um dado momento, nossas decisões são influenciadas por uma série de fatores. Por isso não podemos duvidar de nós mesmos, se decidimos com um sentimento pleno que a nossa escolha é a certa. Isso se mostra ainda mais na música. É apenas um hobby para alguns, mas para nós é uma prioridade de vida. Sou viciada em pessoas que podem apreciar meu trabalho. Se uma pessoa tem pelo menos um pouquinho de sucesso, isso pode ser considerado um dom e devemos tratar isso com respeito.

Floor: Você tem alguma mensagem para os leitores?
Tarja: Estou muito ansiosa para voltar à República Tcheca e pelo Masters of Rock. Os tchecos são um povo maravilhoso e me apóiam inacreditavelmente. Sinto muito a falta deles.


Créditos: a Equipe do Tarja Brasil pela entrevista (@Tarja_Brasil)..

Quer saber sobre a Tarja Turunen?

Então entra aê: www.tarjabrasil.com.br

História Fatal Frame 1

Posted: domingo, 6 de junho de 2010 by Keka Pereira in Marcadores:
0

Depois não venha chorar

Antes de começar a devorar esta matéria e descobrir os macabros segredos da série Fatal Frame , tenha em mente de esta reportagem revela informações avançadas de roteiro.

Conheça os segredos sombrios da série mais fantasmagórica do play 2

Após o misterioso desaparecimento de seu pai e do suicídio da mãe, a jovem colegial Miku Hinasaki criou um forte laço com seu irmão mais velho, Mafuyu .

O rapaz, por sua vez, se interessava cada vez mais pela profissão de novelista, influenciado por Junsei Takamine , um grande amigo e escritor conceituado.

Junsei trabalhava na criação de um novo livro e partiu com sua equipe para reunir material em uma velha mansão tida como assombrada.

Junsei e todos que o acompanhavam desapareceram de forma misteriosa.

Mafuyu decidiu investigar o caso por conta própria e foi para a mansão munido apenas com sua máquina fotográfica, herança de sua mãe.

Graças a um aguçado sexto sentido, dom comum entre os membros da família Hinasaki , Mafuyu encontrou a mansão Himuro , oculta nas profundezas de uma densa floresta. Dizem que , muitos anos atrás, a mansão foi posse de um poderoso

latifundiário , dono de quase toda a região. Assim como seu amigo, Mafuyu também desapareceu no sombrio cenário da mansão Himuro.

Após algum tempo sem receber qualquer notícia ou esperança, Miku decide ir em busca de pistas sobre o destino de seu irmão.

Ao encontrar a mansão (o sexto sentido da garota parece um imã que a conduz ao local) , Miku descobre o primeiro indício da presença do irmão: a velha câmera fotográfica estava abandonada no chão.

Miku recolhe a câmera e prossegue, certa de que algo está muito errado.

A investigação é alimentada por anotações deixadas por Junsei e sua equipe, revelando fatos curiosidades e descrevendo antigos rituais feitos na mansão.

A constante presença de assombrações indica que o mal que foi causado no passado do local não ficou para trás.

Os rituais que ali aconteceram condenaram a vida de muitas pessoas, aprisionando os seus espíritos no local. Miku ainda não sabe que reflexos da maldade antiga levaram Junsei e a sua equipe a uma morte cruel. Mafuyu, curiosamente, havia sido poupado.

Guardião da eternidade

Kirie, o espírito de uma mulher que foi forçada a fazer o ritual que a condenou a ser guardiã do santuário e do portal para o outro mundo, preservou a vida de Mafuyu por sua semelhança com um antigo amor.

A assustadora jornada de Miku alcança seu ápice quando a garota descobre um antigo fragmento de espelho dentro da câmera fotográfica. Ao uni-lo com outros pedaços achados na mansão, Miku, recria o mítico Espelho Sagrado, o qual ela deposita em uma pedra diante do portal que leva ao inferno.

Nesse momento, o reflexo de Malice (a força do mal) é visto no espelho, libertando Kirie e Mafuyu ( o rapaz estava aprisionado ao espírito de Kirie).

A força maligna presente na mansão se manifesta tentando cruzar o portal. Kirie o fecha e assume seu papel de mártir, amarrando-se diante da passagem para mantê-la selada. A força do mal tentando sair faz com que o santuário estremeça e Kirie manda Miku e Mafuyu fugirem.

O santuário começa a ruir, mas Mafuyu decide ficar com Kirie para não deixá-la sozinha e impedir que ela falhe novamente na proteção do portal – enquanto pelo espírito da guardiã, o jovem sentiu toda agonia que a atormentou e sabe do seu fardo eterno.

Apenas Miku escapa e os espíritos, antes prisioneiros da mansão, são libertados. Desde então, Miku parou de ver ou pressentir espíritos.

ąนണε๓тą ഠ รഠണ, pഠяqนε é εp¡cą

Posted: domingo, 30 de maio de 2010 by Keka Pereira in Marcadores: , ,
0


iℓℓυsivє cσทsєทsυs

cσмρσsiçãσ: siмσทє siмσทs

sσ sωєєτ cαrєss, ทєvєr ℓσทg τσ ℓαsτ
yσυ єทτєrє∂ мy sσυℓ αท∂ gαvє нσρє τσ мy ℓiƒє

sσ sωєєτ cαrєss, ทєvєr нσρє τσ ℓαsτ
yσυ ℓєƒτ мє вєнiท∂ αℓℓ αℓσทє αท∂ αgнαsτ
cαρυrє∂ iทsi∂є sυcн αท αυsτєrє єℓysiυм

iмρєrƒєcτ ƒєєℓiทgs, ƒυτiℓє grєєƒ
ℓσvє α ∂єvicє αgαiทsτ αℓℓ sσℓiτυ∂є
αs iτ αℓℓ ωєทτ σท, τнє ℓσvє вєcαмє
α ƒiєℓ∂ iท α ∂rєαм τнατ σทcє нα∂ вєєท rєαℓ

sσ sωєєτ cαrєss, ทєvєr ℓσทg τσ ℓαsτ
∂єsτrσy τнis iℓℓυsiσท ωє ทєє∂ α cнαทgє σƒ ƒατє
yσυr ƒrαทτic τнσυgнτs αrє σทℓy α cσท∂ємทє∂ cry

iмρєrƒєcτ ƒєєℓiทgs, ƒυτiℓє grєєƒ
ℓσvє α ∂єvicє αgαiทsτ αℓℓ sσℓiτυ∂є
αs iτ αℓℓ ωєทτ σท, τнє ℓσvє вєcαмє
α ƒiєℓ∂ iท α ∂rєαм τнατ σทcє нα∂ вєєท rєαℓ

(ρriмσ sσмทiαrє vi∂євαмυr
∂єiท∂є vєriταs sє ρrαєciρiταviτ)

i sєcrєτℓy ℓσทgє∂ ƒσr sσмєτнiทg ωнicн нα∂ ทєvєr єxisτє∂

(ƒirsτ i τнσυgнτ iτ ωαs α ∂rєαм
вυτ τнєท iτ sмαsнє∂ iทτσ rєαℓiτy
вєαυτiƒυℓ σท τнє συτsi∂є
∂єcαyє∂ ∂єєρℓy ωiτнiท)

i sєcrєτℓy ℓσทgє∂ ƒσr sσмєτнiทg ωнicн нα∂ ทєvєr єxisτє∂

(∂єvστє∂ τσ α вσ∂y ωiτнσυτ α sσυℓ)
(ทυмqυαм ทσท τiвi ∂iƒƒi∂αм)


(http://www.youtube.com/watch?v=TMbEX08hu2Y)

Music

Posted: segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010 by Keka Pereira in Marcadores: ,
0




O Tormento do Tempo
Mixtape
Composição: Pris Elias
Em sua inércia todo dia
Acorda sem saber
As horas com seu tempo oculto
Escondem seu viver
Deitado sobre seu Tormento
Insiste em ficar
Não quer saber de outra vida
Que exija algum esforço
Que exija algum esforço

Refrão:
Vivendo assim vai ver que é tudo em vão
A vida passou sem deixar marcas
As lembranças de tudo o que não fez
São remorsos que prefiriu não prever.

Encheu a cara a noite inteira
Sem ver o sol nascer
Dormiu todos os minutos
Sem entender
As chancer que todos os dias
Deixaram de chegar
Não quer saber de outra vida
Que exija algum esforço
Que exija algum esforço

Refrão (x2)

Prever (x3)
Não vê

Helen Negrão Diva *-*

Posted: quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010 by Keka Pereira in Marcadores: ,
1


Admiração qe eu sinto por ela é maior qe sinto por várias pessoas estão ao meu redor. Estou postando sobre ela, aqui nesse blog, porqe eu sei o bem qe ela me faz, então eu queria deixar registrado a importância que ela tem na minha vida!

Helen Negrão, sei de onde começou tudo isso. Sei lá foi de repente, nem sei como, onde e por que começou isso. Acho até qe o meu namorado me acha doida as vezes por eu sempre estar falando nela, mas fazer? isso é admiração.

E esse foi o depô qe eu escrevi para ela. Quando eu vou escrever para ela, eu sempre dou o meu melhor! Melhor depô qe eu já fiz.

"Sabia qeestou escrevendo esse depô com o meu rosto tá todo vermelho e pegajoso??
Não sei oq deu em mim, mas nakele momento comecei a tremer, veio uma vontade louca de chorar, qeria gritar, poow afinal eu tava tc com a minha Diva <3! Será qe exagerei??? Não! Foi isso mesmo qe aconteceu! Naqele momento eu não qeria saber de ouvir música, de ir para outra página de internet, não qeria ouvir e nem ver ninguém, eu só qeria estar sentadinha em frente ao PC e olhando aqela janelinha do MSN, só pra ver as palavras qe voc ia digitaar, aaain, qndo de repente a net cai e as coisas começam a ficar complexas para mim. Será qe isso foi o meu pior pesadelo? Com certeza! Sem nenhumadúvida foi o meu pior e mais terrível pesadelo! Naqele momento fiqei CRAZY, qeria bater em tudo e em todos [/meu lado punk da vida! hahaha. Eu tava sentindo algo ruim dentro de mim, sei lá algo avisando que quando eu conseguisse entrar de volta,voc não ia estar lá D: eu odeio qndo eu sinto algo e akilo acontecee arghh!! >.< Mas qndo eu volteei, a primeira coisa qe fiz foi pedir pras meninas me colocarem lá, e foi daí qe eu tive uma decepção, voc já não estava entre noz (chorei mais ainda! fiquei com o coração todo partido[/é sério), já tinha partido, mas porém voc lembrou de mim antes de ir embora *-* sei lá, me veio uma felicidade tremenda, começei a rir do nada [/eu sei sou boba/], e qndo eu entrei no twitter voc tinha deixado um tweet para mim *-* isso só fez completar a minha noite! Hel, eu nunca qe ia te DEIXAR viu?! isso é calúnia! E pode parar qe eu não gosto quando voc fala isso, porém eu sei que é brincadeira porque eu vi o teu tweet hahaha, ou seja, eu também tava brincando(no caso de vc parar de falar qe eu te deixei! :D) hahaha. Te Amo muito, muito mesmo! Hoje/ontem foi algo inexplicavél! Espero que voc voltee sempre a liderar a nossa 'gangue' hahaha. Voc faz parte da minha vida! E foi isso Hel, que aconteceu comigo nakeles minutos! [/sou boba, eu sei, mas purqe eu te amo e te admiro! DIVA <3
Obrigado por existir na minha vida! I love U ♥ [/terminando esse depô ouvindo La Roux- Quicksan só pra lembrar mais de voc! *-*/]"

Hel, eu te amo

Sepultura na Feira música Brasil no Recife- 2009

Posted: quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010 by Keka Pereira in Marcadores: , ,
2



Show de Sepultura...

Show de Sepultura que aconteceu no (feira música Brasil), aqui em Recife-PE no dia 10/12/2009

Este dia foi muito foda, tava lotado de pessoas de preto. Claro, é Sepultura porra e não strike!!! :p

Eu, minha Namorada e uns amigos sairmos daqui do bairro onde nós moramos de 21:10 (Ou

apróximadamente isso) Para vermos essa banda que é foda, e eles só vieram tocar de 00:40.

Mas valeu apenas esperar, ficamos logo na frente do palco, tava um aperto desgraçado e um

calor infernal. Mas por sinal foi ótimo! Pulamos, balaçamos a kbeça, gritamos, cantamos e muito mais.

Dava até pra gravar um dvd pq tava perfeito, tinha uma roda punk do caralho. Véiooo tava muito grande DAHORA!

É isso aiiii o meu post sobre a banda Sepultura ( Com vocês agora Um video desse grande dia )


Refuse Resist






Promises-Cranberries- Cover Pris Elias

Posted: terça-feira, 2 de fevereiro de 2010 by Keka Pereira in Marcadores: , ,
0

Vou postar essa música só pelo fato que ela não está saindo da minha cabeça!
Nossa, duas horas ou mais que essa bendita música fica tocando na minha mente. Não consigo mais ouvir outra música, pois só essa música fica me at
ormentando.

A Música é Promises da Banda Cranberries, mas o cover da Pris Elias é que está me torturando.

Promises

The Cranberries


You better believe I'm coming
You better believe what I say
You better hold on to your promises
Because you bet, you'll get what you deserve
She's going to leave him over
She's gonna take her love away
So much for you eternal wows, well
It does not matter anyway

Why can't you stay here awhile
Stay here awhile
Stay with me

Oh, all the promises we made
All the meaningless and empty words
I prayed, prayed, prayed
Oh, all the promises we broke
All the meaningless and empty words
I spoke, spoke, spoke

What of all the things that you taught me
What of all the things that you'd say
What of all your prosphetic preaching
You're just throwing it all away
Maybe we should burn the house down
Have ourselves another fight
Leave the cobwebs in the closet
Cos' tearing them out is just not right

Why can't you stay awhile
Stay here awhile
Stay with me, oh oh.


Xoxo Música da minha cabeça!! aaarghh!! >.<'



Pris Elias - Promisses- Cranberries

Posted: by Keka Pereira in Marcadores: ,
0

Whats??

Posted: segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010 by Keka Pereira in Marcadores:
0

Será que um dia eu fui eu? Eu será que um dia fui alguém??

Sei lá! Isso é muito complexo!

Na verdade as minhas perguntas são perguntas sem respostas, ou até tem resposta, mas como faço para falar com Freud?
Não entendo a questão do POR QUE!
Oras, PORQUE perguntamos algo??

Hey, vou indo! não quero mais falar nada! anh? Porquê??

OMG, será que estou louca??

Eu acho que sou asiim mesmo! :B

Prazer a Dona Dessa budega!

Entrevista com a Banda Alethárgika *-*

Posted: quinta-feira, 21 de janeiro de 2010 by Keka Pereira in Marcadores: ,
1


Entrevista com a banda Alethárgika na rádio UFMG Educativa 104,5fm

Michelle Bruck: Hoje nós recebemos aqui no estúdio da Rádio UFMG educativa a banda Alethárgika de Betim,os componentes estão aqui comigo,é a Gabriela Seemly,Bárbara Lorena,Luiza Helena e o Gustavo henrique.Boa tarde gente!

Alethárgika: Boa tarde!!!!

Michelle Bruck: Pra começar,eu queria saber um pouco da história da banda,como que a banda começou?

Gabriela Seemly: A gente sempre se juntava e ficava atoa,ai começamos a ficar tocando violão,a gente foi gostando e cada um começou a se identificar com seu instrumento,isso no meio do ano passado,ai a gente começou a levar a serio ,e fomos aprendendo um com o outro.

Michelle Bruck: Então a banda tem mais ou menos um ano de existência?

Luiza: É tocando mesmo quase um ano.

Michelle Bruck: Vocês costumam tocar onde?

Luiza: Festas,festivais,bares também a gente ta tocando em Bh,no Bh indie.

Michelle Bruck: Onde voces ensaiavam no começo da banda?

Luiza: Nossa, a gente ensaiava na varanda da minha casa

Bárbara Lorena: Depois a gente passou pro quarto do meu irmão,e depois agente foi pra tipo um porãozinho que a gente reformou, um mofinho danado rs,mas é legal.

Gabriela Seemly: A gente reformou o lugar e adaptou para ser nosso estúdio de ensaio.

Michelle Bruck: É bom que parou a encheção de saco dos vizinho,a mãe chingava,tomava conta do quarto do irmão ne,rss.

Luiza: É minha mãe chingava mesmo rss.

Michelle Bruck: E o nome da banda "Alethárgika",bem diferente,como que surgiu este nome,o que ele significa?

Gabriela Seemly: Bom foi meio assim,a gente sentou pra escolher um nome, a gente começou a olhar o dicionario ai a gente fez uma invenção ,adaptação,ai surgiu Alethárgika,o "A" entra como contrário de lethargico.

Luiza: É o nosso conceito de agitado,porque nós somos,e muito,quando a gente fica junto faz bagunça demais,barulho demais...

Michelle Bruck: É a gente ta percebendo ai rsrsrs

Alethárgika: rsrsrs

Michelle Bruck: No orkut da banda,voces dizem que o som é algo entre o grunge e o punk,expliquem este estilo diferente.

Gabriela Seemly: Bom a gente não se prendiaem um estilo,fazemos nosso som,mas ai nos festivais cada um colocava uma coisa,o Grunje ou Punk, ai a gente se define como uma mistura dos dois estilos ou algo entre eles,ja que e necessário ter um "estilo " para divulgação de flyes estas coisas.mas temos um estilo próprio eu diria.

Michelle Bruck: E me conta quais são as suas influêcias de bandas,assim quais que voces vêem como modelo?

Bárbara Lorena: The Offspring,Nirvana,The cramberries,Ramones,The Cure,Sum 41,entre outras.

Michelle Bruck: Bom,falando em música,qual é a amúsica que voces vão apresentar pra gente?

Gabriela Seemly: É a "corra antes que as ovelhas fujam!"

...

Michelle Bruck: Quais são os elementos que voces usam pra compor suas músicas?

Bárbara Lorena: : Eu e a Gabriela, a gente sempre volta do trabalho juntas,ai do nada a gente vê alguma coisa e diz "é musica" ai vem surgindo as idéais,ai agente escreve,colocamos coisas do cotidiano,na hora as vezes parece nao ter nexo mas depois vemos um sentido.

Michelle Bruck: Por exemplo esta música que voces apresentaram pra gente,qual é a história dela?

Gabriela Seemly: Bom a musica das ovelhas, é porque a gente volta de onibus, pra escrever dentro do onibus a letra saia feia,mas normalmente ela é feia tambem,rs,ai a gente queria falar de alguem tentando domir no onibus,so que não conseguia porque a onibus balançava muito,começamos a imaginar que a pessoa queria contar carneirinhos so que contava ovelhas por isso não dormia... ai foi surgindo a musica.

Bárbara Lorena: Sem noção,rsrs

Michelle Bruck: E voces estudam, o que mais voces fazem?

Luiza: A gente estuda e trabalha,faculdade cursinho...

Michelle Bruck: E como voces arruman tempo pra ensaiar?

Gabriela Seemly: A gente junta no final de semana,é de lei rs,mas as vezes quando da pra todo mundo a gente ensaia no meio de semana tambem.

Gustavo Henrique: É verdade...

Michelle Bruck: Inclusive eu ia falar agora,ouvimos ai a voz do único menino da banda que tem ficado calado aqui,acho que três mulheres falando no ouvido dele ,ele não consegue falar nada,rs nao é mesmo Gustavo henrique

Gustavo Henrique: É isso ai!

Michelle Bruck: Então Gustavo, como é o show de voces,voces se apresentaram em festivais,o que voces tocam,só as suas,músicas de outros artista,explica pra gente...

Gustavo Henrique: Depende do evento,do lugar,quando a gente toca em festas bares a gente toca um repertório variado,com musicas de outras bandas e as nossas,mas em festivais independentes procuramos mostrar mais as nossas músicas mesmo.

Michelle Bruck: As músicas de voces ja tem um CD,como é que esta?

Gustavo Henrique:Ainda não,ainda não temos gravadora,a gente ta se preparando pra gravar nossas músicas em CD demo.

Gabriela Seemly: É e ate o final deste ano pretendemos estar com ele pronto.

Michelle Bruck: E não esqueçam de mandar aqui pra gente da rádio UFMG Educativa quando estiver pronto einh.

Gabriela Seemly: Claro,mandaremos sim!

Michelle Bruck: Gente voces tem myspace,orkut,diz ai como é que a galera entra em contato com voce

Gabriela Seemly: É temos a comunidade no orkut e o perfil tambem,quem quiser pode adicionar a banda lá, é so digitar Alethárgika,pra ficar sabendo mais sobre a gente,participar dos shows. E o endereço do nosso myspace é www.myspace.com/alethargika,tambem pode visitar nosso site que é o www.alethargika.com.br.

Michelle Bruck: Isso ai voces curtiram a banda Alethárgika,que esta aqu nos estúdios da UFMG Educativa,Eu conversei com Gabriela Seemly,Bárbara Lorena,Luiza e Gustavo henrique.Galera muito obrigado pela entrevista.

Alethárgika: Valeu!!!!

Que fike bem claro qe eu extrai essa entrevista do site qe foi divulgado pela Cantora da Banda Gabriela Seemly!

sigam: http://www.twitter.com/alethargikaband

Beijoos